segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

De baixo da chuva.


Amar você é uma gostosura
Debaixo de sol ou duma sombra fresca
Nos quatro cantos entre paredes...
À noite no jardim sob a luz da lua

Debaixo de chuva
No nosso jardim
Amor beija-me!
Beija-me muito

Deixemos os pingos
Escorrer pelo rosto...
A si e irão
E de encontro a nossa boca

Sentirei o gosto dos teus beijos
Mais úmidos
Quando as gotas tomar toda a tua língua
Vindo, no entanto
A aumentar o meu, o teu gozo



Pois, beijar você;
De todas as formas é prazeroso
Como degustar às vezes o mosto do teu céu
Provar da tua língua o mais puro mel
No momento debaixo de chuva
Por eles gozaremos e com água na boca

Neste exato momento a possuo
Como os teus beijos debaixo da chuva
Nesta grama verde por ela sendo regada
Às das águas das nuvens que ainda caem...

Também sob as flores, sob folhas;
Sob todo o jardim e sob nós dois...
E nos permitindo o curso da água ir a nossa boca.
Estamos molhados e cheios de amor
Despoja-te agora do teu vestido colado na tua alma

Deitemos dos nossos corpos na grama encharcada e bem verde
Desnudos nós estamos e dos teus beijos molhados sacie a esta minha
insaciável sede
Ah! Estou sentindo a quentura do nosso amor sendo banhado
Pela sagrada água da chuva que ainda cai e sob os nossos corpos em brasa

Como eu te amo!
É um deleite incontrolável amar você...
Debaixo de chuva
Você me dá mais água na boca!
Dos teus beijos nos meus estou-me afogando...
De prazer!

Eu te amo!

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